Neste contexto, o ministro acredita que Portugal pode evitar um déficit, contando com a resposta às tempestades e ao impacto da guerra no Oriente Médio.

“Contra todas as expectativas, apresentamos um excedente de 0,7% em 2025, e é esse resultado que nos permitiu dar a resposta que demos ao efeito das tempestades e que estamos dando ao conflito no Irã”, disse Joaquim Miranda Sarmento, na abertura de um curso de formação para mais de 150 gerentes do Setor Empresarial do Estado, organizado em Lisboa entre o Ministério das Finanças e o Instituto Português de Governança Corporativa (IPP). CG).

“Portugal continua a mostrar uma trajetória orçamental muito sólida e sustentável”, acredita o Governo que “será possível chegar ao final do ano com um saldo orçamental em torno de zero, impedindo que o país registre um déficit”, afirmou.

A declaração do ministro das Finanças ocorre após o Relatório Anual de Progresso (APR) de 2026, apresentado à Comissão Europeia em 30 de abril, ter projetado um saldo orçamental zero para este ano, em vez de um excedente de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB), e depois de Miranda Sarmento admitir em 26 de março a possibilidade de registrar um “pequeno déficit” em 2026.