A mesma associação espera que a Autoridade Nacional da Concorrência siga o exemplo da sua homóloga italiana nesta matéria.
Em comunicado de imprensa, a ANAV acredita que a decisão italiana pode ter repercussões no mercado português, começando por mostrar uma postura efetiva tomada pelas autoridades nacionais em relação à queixa apresentada pela ANAV em janeiro de 2025.
Miguel Quintas, citado pela Publituris, presidente da ANAV, destaca a importância desta decisão, afirmando que “este é um precedente legal pioneiro e histórico no que diz respeito à defesa dos consumidores europeus”, enfatizando que “a Ryanair fornece um serviço inestimável em grande parte de nossos mercados, mas também é uma empresa que há muito tempo realiza uma série de práticas abusivas e, infelizmente, parece se considerar acima da lei”, concluindo que essa decisão “demonstrou que nada nem ninguém
está acima da lei”.







