O alerta se aplica a todos os cidadãos e envolvidos em processos judiciais, sejam partes, representantes, testemunhas ou outros, enfatizou o Ministério da Justiça em um comunicado.

“Essas mensagens não se originam dos sistemas oficiais do Ministério da Justiça e devem ser consideradas tentativas de fraude”, afirmou.

O Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça (IGFEJ), como entidade responsável pela gestão e segurança dos sistemas de informação da Justiça, “identificou imediatamente o incidente e emitiu alertas aos utentes dos tribunais e à Ordem dos Advogados, reforçando a vigilância em relação a este tipo de comunicação”.

O Ministério da Justiça instou todos os destinatários desse tipo de mensagem a não acessar links ou anexos suspeitos, a “verificar cuidadosamente o remetente das mensagens” e a “relatar imediatamente qualquer comunicação suspeita ao IGFEJ ou às autoridades competentes”.