Os investigadores acompanharam 1 865 pessoas com 60 anos ou mais durante 15 anos, tendo constatado que aquelas com níveis elevados de proteínas sanguíneas associadas à demência apresentavam um risco até 30 por cento menor. Os resultados estabelecem uma ligação entre a identificação do risco de demência através de biomarcadores sanguíneos e a sua redução por meio de fatores relacionados com o estilo de vida.

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No entanto, o estudo estabeleceu uma associação, em vez de provar que a alimentação previne a demência. Os investigadores afirmaram que uma alimentação saudável pode ser particularmente relevante para pessoas que já apresentam sinais biológicos de um risco acrescido de demência.