O programa irá proporcionar aos trabalhadores elegíveis até 12 semanas de licença remunerada por motivo de parto, problemas de saúde graves ou para cuidar de familiares. Prevê-se que entre em vigor até 2028 e será financiado tanto pelos empregadores como pelos empregados.
Créditos: Unsplash; Autora: @kellysikkema;
A legislação inclui também até quatro semanas de «licença de segurança» para sobreviventes de violência doméstica, agressão sexual ou assédio. Enquanto os defensores da medida afirmam que esta proporcionará segurança financeira durante períodos difíceis, os críticos argumentam que poderá aumentar os custos para as empresas. A lei federal garante licença médica não remunerada a alguns trabalhadores, mas não obriga os empregadores a conceder licença remunerada.







