Os defensores argumentam que o requisito criava obstáculos desnecessários, enquanto os opositores o consideram uma salvaguarda importante. O projeto de lei será agora submetido a uma análise mais aprofundada antes de poder tornar-se lei.

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A alteração proposta surge na sequência das recomendações de uma revisão de 2022 da legislação irlandesa sobre o aborto, que concluiu que o período de espera poderia impedir algumas mulheres de aceder aos cuidados dentro do prazo legal de 12 semanas. Os defensores afirmam que a abolição da regra tornaria os serviços mais ágeis, especialmente para os grupos vulneráveis, enquanto o governo indicou que as mulheres devem continuar a ter acesso a aconselhamento e apoio médico.