Sara Leitão Moreira justificou a decisão afirmando que o tribunal não lhe tinha dado tempo suficiente para preparar a defesa do chefe do governo entre 2005 e 2011.

Na sequência da demissão, o tribunal ordenou a nomeação de um defensor público para que o julgamento pudesse prosseguir, tendo a sessão de 24 de fevereiro sido interrompida por alguns minutos para permitir a sua convocação.